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NOVEMBRO AZUL: MÊS CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

O que é a próstata?

É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

Sintomas:

Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são:

  • dor óssea;
    • dores ao urinar;
    • vontade de urinar com frequência;
    • presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

Fatores de risco:

  • histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
    • raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
    • obesidade.

Prevenção e tratamento:

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal.

A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

Fontes:

Agência Brasil

 


VOCÊ SABE O QUE É OUTUBRO ROSA?

O que é Outubro Rosa?

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e a partir de 2011 sobre o câncer de colo do útero em diversos estados. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês. No entanto, especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado no ISPOR. Em 2017, que ainda que a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período. Uma análise das postagens realizadas em redes como Facebook e Twitter em língua portuguesa mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame, que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença. Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo. Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2014, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) Em vários lugares do mundo principalmente nos EUA o outubro rosa é caracterizado por monumentos da cor rosa.

História

O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, e desde então, promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares do mundo.

 


Andropausa ou Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM)

Andropausa ou Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino(DAEM)

A andropausa, também conhecida por menopausa masculina, é a diminuição lenta da testosterona no sangue, que é o hormônio responsável por controlar o desejo sexual, a ereção, a produção de espermatozoides e a força dos músculos.

Geralmente, a andropausa surge por volta dos 50 anos e, é parecida com a menopausa na mulher, causando sintomas como redução do desejo sexual, perda de massa muscular e alteração de humor.

 

 

Como é feito o tratamento?

 

O tratamento para a andropausa geralmente é feito com a reposição hormonal para normalizar os níveis de testosterona, que se encontram diminuídos nesta fase da vida do homem.

A reposição hormonal está indicada para os homens que, além dos sintomas típicos da andropausa, como diminuição do desejo sexual e dos pelos no corpo, por exemplo, apresentam através do exame de sangue os níveis de testosterona totais abaixo de 300 mg/dl ou 6,5 mg/dl³.

 

Além disso, três e seis meses após o início do tratamento, também se deve fazer o exame de toque retal e a dosagem do PSA, que são exames que servem para diagnosticar se houve algum tipo de alteração importante na próstata provocada pelo tratamento. Se isto for verificado, o homem deve ser encaminhado para um urologista.

 

 

Quem não deve fazer reposição hormonal?

A reposição hormonal na andropausa está contraindicada em homens com câncer de mama, de próstata ou que têm membros da família próximos que desenvolveram estas doenças.

 

 

Opção de tratamento natural para andropausa

 

Uma opção de tratamento natural para andropausa é o chá de tribulus terrestris, pois esta planta medicinal aumenta os níveis de testosterona no sangue, sendo também um excelente remédio caseiro para impotência, um dos sintomas de andropausa. Uma outra solução são as cápsulas de tribulus terrestris comercializadas pelo nome de Tribulus.

 

 

TRATAMENTO NA TUPÃ

 

Temos vários tipos de tratamentos naturais aqui na Tupã, dentre eles (https://goo.gl/cXTAer)

Tribulus terrestris (https://goo.gl/WPvpCK)
Para repor a testosterona naturalmente, uma boa opção pode ser o chá de Tribulus terrestris. Bebendo de duas a três xícaras do chá por dia, o nível de testosterona no sangue aumenta, ele também auxilia na impotência sexual.

Catuaba (https://goo.gl/omLEZJ)
A catuaba é utilizada não para reposição hormonal, e sim como afrodisíaco. A árvore cresce principalmente na floresta Amazônica, e os primeiros a usufruírem das suas capacidades foram os índios Tupi.
A planta aumenta o fluxo sanguíneo na região da genitália, o que a torna mais sensível a estímulos e amplia a libido.

Marapuama (https://goo.gl/isM3Rf)
Utilizada para manter os níveis de testosterona e disfunção erétil, a Marapuama ainda está sobre estudos, em breve espera-se novas perspectivas sobre a planta.

Maca Peruana (https://goo.gl/2ZRgZX)
Não é à toa que a planta possui este nome. Desenvolve-se entre 4 e 5 mil metros de altitude, nos Andes Centrais do Peru, onde a temperatura chega a marcar cerca de 25 graus negativos. É utilizada por homens e mulheres, quando o assunto é aumento no desejo sexual e controle e prevenção da osteoporose.

Ginseng (https://goo.gl/X1LYoA)
Conhecida como Ginseng coreana, chinesa ou Ginseng asiática, muito já se ouviu falar sobre as propriedades desta erva. Os orientais acreditam que ela possui propriedades antienvelhecimento, imunológicas, estimulador mental e principalmente físico.

Além de tratamentos naturais, existem outros tipos, como selos e injeções.

Lembrando sempre que qualquer tratamento deve ter orientações médicas ou farmaceuticas.

 

 

Referência: www.tuasaude.com/andropausa


Menopausa – Sintomas e Tratamento

O que é Menopausa?

A menopausa é a data que marca a última menstruação – ela ocorre, em média, entre 48 e 51 anos de idade, devido à interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários.

O climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase de pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa é um fato que ocorre durante o climatério. No climatério há uma diminuição das funções ovarianas, fazendo com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem por completo.

Quando ocorre a menopausa precoce?

Nos casos em que os sintomas aparecem antes dos 40 anos de idade. A causa é, na maioria das vezes, desconhecida, mas pode ser de origem genética, autoimune, infecciosa ou iatrogênica (após radioterapia, quimioterapia, cirurgia).

Tipos

De acordo com a ginecologista Maria Celeste Osório Wender, a menopausa possui três estágios:

Pré-menopausa

A pré-menopausa corresponde ao período no qual o corpo da mulher se prepara para não ser mais fértil, caracterizando-se pela redução da produção de hormônios. É a fase do climatério, que começa próximo aos 40 anos de idade, quando a mulher ainda menstrua e dura, em média, de 6 a 8 anos. A pré-menopausa é assintomática e, quando os sintomas começam, inicia-se a fase da perimenopausa.

Perimenopausa

A perimenopausa é o período que engloba a pré-menopausa e o primeiro ano de pós-menopausa. Em geral, é durante essa fase que se iniciam os primeiros sintomas do climatério, como a irregularidade menstrual, seguida de calores e alterações no sono e humor, e termina quando se completa um ano sem menstruação.

Pós-menopausa

Já a pós-menopausa tem início 1 ano após a última menstruação e dura até o final da vida. Durante o período inicial (que dura até cinco anos), mas mais frequentemente na fase tardia, podem ocorrer a osteoporose e o maior risco de doenças cardiovasculares. Na pós-menopausa como um todo, é bastante comum ocorrer a atrofia vaginal, que causa secura no órgão e dores durante as relações sexuais.

As principais causas da menopausa são:

Declínio natural dos hormônios reprodutivos

Com a proximidade do final dos 30 anos, os ovários começam a produzir menos estrogênio e progesterona – hormônios que regulam a menstruação – e a fertilidade diminui. Com a chegada dos 40, os períodos menstruais podem tornar-se mais longos ou curtos, mais pesados ??ou leves, e mais ou menos frequentes, até que eventualmente – em média, aos 51 anos – os ovários deixam de produzir óvulos e não há mais períodos.

Histerectomia

Uma histerectomia que remove o útero, mas não os ovários, não costuma causar menopausa imediata. Embora não tenha mais períodos, os ovários ainda liberam óvulos e produzem estrogênio e progesterona. Mas a cirurgia que remove o útero e os ovários (histerectomia total e ooforectomia bilateral), por outro lado, causa menopausa imediata. Nesse caso, a menstruação pára imediatamente, e é provável que tenha ondas de calor e outros sinais e sintomas, que podem ser graves, já que essas mudanças hormonais ocorrem abruptamente em vez de vários anos.

Insuficiência ovariana primária

Cerca de 1% das mulheres experimentam a menopausa antes dos 40 anos (menopausa precoce). A menopausa pode resultar de insuficiência ovariana primária – quando os ovários deixam de produzir níveis normais de hormônios reprodutivos – decorrentes de fatores genéticos ou doenças autoimunes. Mas muitas vezes nenhuma causa pode ser encontrada. Para essas mulheres, a terapia hormonal é tipicamente recomendada pelo menos até a idade natural da menopausa, a fim de proteger o cérebro, o coração e os ossos.

Sintomas de Menopausa

Durante a menopausa existe a fase do climatério, em que uma série de sintomas comuns acometem a mulher. Esse período recebe esse nome, pois um dos sintomas mais comuns é a sensação de ondas de calor, conhecidas popularmente como fogacho. Ele afeta entre 60 e 80% das mulheres.

Os fogachos (ondas de calor) podem ocorrer em qualquer fase do climatério e se caracterizam como uma sensação súbita e intensa de calor na pele, aparecendo principalmente no tronco superior, pescoço e face. Há um aumento do sangue circulando nessas regiões, o que causa uma vermelhidão da pele, e muitas vezes pode haver um aumento do suor produzido.

Algumas mulheres podem apresentar também palpitações e sensação de desmaio. No entanto, a intensidade dos sintomas varia de mulher para mulher.

Outros sintomas comuns desse período são:

  • Alterações menstruais (antes do término completo)
  • Coceira e secura vaginal, que pode levar a dor na relação sexual
  • Redução da libido
  • Diminuição do tamanho dos seios e perda de firmeza
  • Sudorese noturna
  • Problemas para dormir
  • Mudanças de humor, com períodos de ansiedade, irritabilidade e depressão, além da diminuição da autoestima
  • Ganho de peso e desaceleração do metabolismo
  • Pele seca e cabelos mais finos
  • Diminuição da elasticidade da pele
  • Dores de cabeça
  • Aumento da porosidade dos ossos.

Nem toda mulher apresenta todos esses sintomas. Seu aparecimento varia caso a caso e conforme a fase do climatério.

Além disso, entre os sintomas menos frequentes encontramos:

  • Calafrios
  • Diminuição da memória
  • Fadiga
  • Incontinência urinária
  • Aparecimento de espinhas.

Buscando ajuda médica

Caso comece a notar alterações no ciclo menstrual e esteja dentro da idade de risco, é essencial procurar ajuda médica para que o tratamento ajude no controle dos sintomas.

Tratamento de Menopausa

A menopausa é um processo natural do organismo feminino e pode não precisar de tratamento. No entanto, caso os sintomas sejam muito incômodos, o tratamento da menopausa feito para melhorar a qualidade de vida da mulher.

Entre as opções encontramos:

Reposição hormonal

A terapia hormonal (popularmente conhecida como reposição hormonal) é o tratamento mais efetivo para as ondas de calor, trazendo uma redução de até 75% em sua frequência e de 87% em sua severidade. A reposição pode ser feita com estrógeno ou a combinação de estrógeno e progesterona.

O ideal é que a reposição seja feita na chamada janela de oportunidade, que normalmente é entre as idades de 50 a 59 anos e no máximo até 7 anos após o início dos sintomas da menopausa. Essas condições tornam o tratamento mais seguro.

Além disso, a reposição só deve ser feita após a paciente fazer todos os exames de rotina e o médico verificar seu histórico de saúde. Isso o ajudará a perceber se há alguma contraindicação e qual a melhor dose hormonal a ser aplicada.

O ideal é que mulher continue fazendo o acompanhamento médico durante a reposição hormonal, até para acompanhar melhor como está sua saúde. E assim que seus benefícios não forem mais necessários, o tratamento deve ser parado.

A reposição hormonal é contraindicada em mulheres que:

  • Já sofreram infarto
  • Tenham algum grave comprometimento das artérias coronárias
  • Possuam doença no fígado que impeça seu funcionamento
  • Tenham tido ou ainda apresentem câncer de mama ou no endométrio
  • Possuam histórico de doença vascular cerebral
  • Estejam com um quadro de hipertensão não controlado.

Na Tupã, temos um produto indicado para qualquer um dos períodos , o SUPLEMENTO DA MULHER – MELHORA DE TODO ORGANISMO

Não sabe onde encontrar suas fórmulas para reposição hormonal? Acesse ao nosso site www.farmaciatupa.com.br

 


ALCOOLISMO – VOCÊ SABE O QUE É?

ALCOOLISMO – O QUE É?

 

Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a consequências irreversíveis.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

A palavra alcoolismo é conhecida de todos. Porém, são poucos os que sabem exatamente o seu significado.

O alcoolismo, também conhecido como “síndrome da dependência do álcool”, é uma doença que se desenvolve após o uso repetido de álcool, tipicamente associado aos seguintes sintomas (que não necessariamente ocorrem juntos):

  • Compulsão: uma necessidade forte ou desejo incontrolável de beber;

 

  • Dificuldade de controlar o consumo: não conseguir parar de beber depois de ter começado;
  • Sintomas de abstinência física, como náusea, suor, tremores e ansiedade, quando se para de beber;
  • Tolerância: necessidade de doses maiores de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância.

 

 

DIAGNÓSTICO

 

  • Você já pensou que deveria diminuir seu consumo de álcool?
  • Alguém já te criticou por causa da bebida?
  • Você já se sentiu mal ou culpado por beber?
  • Você já acordou e a primeira coisa que fez foi beber para se sentir bem?

 

Mesmo que todas as respostas sejam negativas, recomenda-se que o indivíduo busque a ajuda de profissionais da saúde quando ocorrem situações nas quais o álcool possa influenciar negativamente a rotina, funções acadêmicas e/ou profissionais e as relações pessoais.

Apenas um “sim” sugere um possível problema. Em qualquer dos casos, é importante ir ao médico psiquiatra para que um diagnóstico preciso seja realizado. Eles podem ajudar a determinar se você tem ou não um problema com a bebida, e, se você tiver, poderão recomendar a melhor atitude a ser tomada.

 

TRATAMENTO

Reconhecer que precisa de ajuda para um problema com álcool talvez não seja fácil. Porém, tenha em mente que, o quanto antes vier a ajuda, melhores serão as chances de uma recuperação bem-sucedida.

Em nossa sociedade prevalece o mito de que um problema com álcool é sinal de fraqueza moral. Como resultado disto, você pode até achar que procurar ajuda é admitir algum tipo de defeito, que você deveria se envergonhar. Contudo, o alcoolismo é uma doença como outra qualquer. Identificar um possível problema com álcool tem uma compensação enorme, uma chance de viver com mais saúde.

A natureza do tratamento depende do grau de dependência do indivíduo e dos recursos disponíveis na comunidade. O tratamento pode incluir a desintoxicação (processo de retirar o álcool de uma pessoa com segurança); o uso de medicamentos, para que o álcool se torne aversivo, ou para diminuir a compulsão pelo álcool; aconselhamento, para ajudar a pessoa a identificar situações e sentimentos que levam à necessidade de beber, além de construir novas maneiras de lidar com essas situações. Os tratamentos podem ser feitos em hospitais, em casa ou em consultas ambulatoriais.

O envolvimento e apoio da família são essenciais para a recuperação. Muitos programas oferecem aconselhamento conjugal e terapia familiar como parte do processo de tratamento.

 

ALCOOLISMO TEM CURA?

Embora o alcoolismo seja uma doença tratável, ainda não há cura. Isto significa que, mesmo que um dependente de álcool esteja sóbrio por muito tempo, ele é suscetível a recaídas. Por isso deve-se evitar qualquer bebida alcóolica, em qualquer quantidade. “Reduzir” o consumo pode até diminuir ou retardar problemas, mas não é suficiente: a abstinência é necessária para que a recuperação seja bem-sucedida.

Recaídas são muito comuns. Mas isso não significa que a pessoa fracassou ou não irá se recuperar do alcoolismo. No caso de uma recaída, é muito importante retomar o foco no objetivo e manter o apoio necessário para não voltar a beber.

 

MEDICAMENTO PARA O ALCOOLISMO

 

Consulte um médico para dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar o mesmo, e não altere as doses prescritas.

 


SETEMBRO VERDE

SETEMBRO VERDE – O QUE É?

 

O Setembro Verde, realizado em todo país, é o mês que incentiva o debate sobre a doação e o transplante de órgãos. Ao longo de todo o mês de setembro, acontecerão ações para conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos.

Para se tornar um doador de órgãos, basta comunicar sua família. A doação só ocorre com autorização dos parentes mais próximos. Por isso, ressaltamos a importância de as pessoas conversarem com seus familiares e expressarem o desejo de se tornarem doadores após a morte.

Atualmente, a negativa familiar é o principal motivo para a não doação. O objetivo da campanha é incentivar o cidadão a declarar para seus familiares e amigos a intenção de ser um doador. Podem ser doados rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e tecidos, como ossos, tendões, pele, córneas e valvas cardíacas. Ou seja, um único doador pode salvar até dez vidas.

 

 

SEJA UM DOADOR DE ÓRGÃOS – A VIDA CONTINUA!


SETEMBRO AMARELO

SETEMBRO AMARELO – O QUE É?

 

Quem passa um bom tempo nas redes sociais já deve ter lido algo sobre o Setembro Amarelo e por falta de tempo ou mesmo de interesse não sabem do que trata e não entendem a importância dessa campanha.

O Setembro Amarelo é uma campanha que foi criada com o intuito de informar as pessoas sobre o suicídio, uma prática que normalmente é motivada pela depressão e que mesmo com tantos casos notórios, crescentes a cada ano, ainda existe uma expressiva barreira para falar sobre o problema.

 

HISTÓRIA DO SETEMBRO AMARELO

 

A campanha teve início no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As primeiras atividades realizadas pelo Setembro Amarelo aconteceram na capital do país, Brasília; mas já no ano seguinte várias regiões de todo o país aderiram ao movimento e também participaram.

A Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) estimula a divulgação da causa em todo o mundo no dia 10 de setembro, que é a data na qual é comemorada como o Dia Internacional de Prevenção ao Suicídio.

O principal objetivo da campanha Setembro Amarelo é a conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e em todo o mundo. Para o Setembro Amarelo, a melhor forma de se evitar um suicídio é através de diálogos e discussões que abordem o problema.

Durante todo o mês de setembro, ações são realizadas a fim de sensibilizar a população e os profissionais da área para os sintomas desse problema e para a saúde mental, fazendo-os entender que isso também é uma questão de saúde pública.

Infelizmente para muitos, o suicídio ainda não é visto como um problema de saúde pública, mas sim uma espécie de fraqueza de conduta ou personalidade.

Segundo dados recolhidos em 2012 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos, sendo 75% desses indivíduos moradores de países de baixa e média renda. Estima-se que no mundo acontece um suicídio a cada 40 segundos.

Atualmente, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos. Todos os dias, pelo menos 32 brasileiros tiram suas próprias vidas. Todos esses números poderiam ser evitados ou reduzidos quase que por inteiro se existissem políticas eficazes de prevenção do suicídio.

 

COMO APOIAR QUEM SOFRE OU BUSCA AJUDA?

 

O Centro de Valorização da Vida (CVV), é uma organização não governamental fundada em 1 de março de 1962 que busca valorizar a vida e prevenir o suicídio através de apoio emocional, atendendo de maneira voluntária e gratuita, qualquer pessoa que precise conversar sobre como se sente, sob total sigilo.

As conversas podem ser feitas através de telefone, e-mail, chat online e voip via Skype. Esse serviço está disponível 24 horas por dia durante toda a semana. O CVV também pode ajudar através de seus postos físicos que podem ser mapeados através do seu site, a fim de que você possa encontrar o mais próximo de onde mora.

O site do CVV também dispõe de vários textos importantes para quem convive com uma pessoa com depressão ou outros problemas que podem levar ao suicídio e desejam ajudá-la.

 

IMPORTÂNCIA DO SETEMBRO AMARELO

 

Muitas vezes a discussão sobre o tema é deixada para “depois”, como se existisse uma espécie de tabu sobre o assunto. É ignorada pela maioria das pessoas a dimensão do problema e a quantidade de pessoas que ele atinge. Infelizmente, tirar a própria vida tem se tornado um mal cada vez mais comum e os dados da OMS citados acima provam que a depressão, assim como os demais problemas que incitam o suicídio são sim um problema de saúde pública.

A campanha Setembro Amarelo possui um site onde é possível não só aprender e entender melhor a importância de lutar contra esse problema, como é possível ajudar de várias maneiras a divulgar a ideia e ajudar o próximo.


DANETTE LOW CARB

INGREDIENTES

– 100g Chocolate amargo (70%);
– 250g de creme de leite (1 lata sem soro – aconselho Nestlé, tem baixo carbs e é 25% de gordura);
– Adoçante

MODO DE FAZER

– Derreta o chocolate no microondas (1 a 2 minutos);
– Acrescente creme de leite (ou nata) e misture bem;
– Adoce à gosto. Mas lembre-se, o chocolate já possui um pouco de “doce”.
– Dívida em porções e deixe gelar.

 


COMO O SOL PODE CAUSAR DANOS A NOSSA PELE?

COMO SE PROTEGER DOS DANOS
CAUSADOS PELO SOL

 

 

A radiação ultravioleta (UV) faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir a nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as foto-alergias (alergias desencadeadas pela luz solar) e o bronzeamento. Provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento cutâneo e as alterações celulares que predispõem ao câncer da pele.

A radiação ultravioleta que atinge a Terra divide-se em radiação UVA e UVB, já que os raios UVC, que são os mais perigosos, são bloqueados pela camada de ozônio.

Possui intensidade constante durante todo o ano e atinge a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão.

UVA

A sua intensidade também não varia muito ao longo do dia, sendo pouco maior entre às 10:00 e 16:00 horas do que nos outros horários.

Penetra profundamente na pele e suprime o sistema imune, sendo a principal responsável pelo foto-envelhecimento, participa nas foto-alergias e predispõe a pele ao surgimento do câncer.

UVB

Cerca de 90% dessa radiação não chega à superfície da Terra porque é absorvida pela camada de ozônio da atmosfera.

Penetram menos profundamente que os raios UVA e são eles os responsáveis pelas queimaduras solares.

A incidência do raio UVB aumenta muito durante o verão, especialmente nos horários entre às 10:00 e 16:00 horas, quando a intensidade dos raios atinge o seu máximo.

É o principal responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele, com os carcinomas basocelular e espinocelular.

 

Para que sua pele não sofra por esses danos causados pelo sol, listamos algumas dicas que você precisa saber:

  • Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol;
  • Evite se expor ao sol nos horários próximos ao meio-dia;
  • O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição ao sol;
  • Use sempre barracas de praia ou guarda-sóis, bonés, viseiras ou chapéus;
  • Aplique generosamente o filtro solar de 20 a 30 minutos antes de sair ao sol;
  • Use filtro solar com FPS 30 ou maior;
  • Peles claras e pessoas ruivas exigem melhor proteção solar;
  • Mormaço também queima;
  • Filtro solar deve ser usado diariamente;
  • A proteção solar das crianças é responsabilidade dos pais.

ANTI-TABAGISMO

TABAGISMO – CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS

 

 

O tabagismo causa dependência primeiramente devido a nicotina, a substância psicoativa presente na fumaça do cigarro. Além da dependência física causada pela nicotina ainda temos a dependência comportamental que se caracteriza pela rotina associada ao uso do tabaco criada pelo fumante.

Ao ser inalada a nicotina se liga aos receptores nicotínicos cerebrais localizados na região chamada de sistema de recompensa cerebral (SRC) que são ativados liberando a dopamina, neurotransmissor que causa sensações de prazer, satisfação, melhora da atenção, aprendizado, memória. Estes receptores são chamados alfa4beta2.

Os efeitos da nicotina desaparecem ou diminuem após algumas horas de seu consumo e os sintomas desagradáveis – que compõem a Síndrome de Abstinência – surgem, levando ao ciclo da dependência (se fumo me sinto bem, se não fumo me sinto mal). O uso crônico da nicotina leva a uma dessensibilização destes receptores, que por um tempo não respondem à dose de nicotina inalada levando o fumante aumentar o número de cigarros fumados para atingir o mesmo efeito.

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, que atua no sistema nervoso central como a cocaína, heroína, álcool, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 a 19 segundos. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades tendem a ser menores a cada dia.

 

SINTOMAS

 

Quando o fumante para de fumar, pode apresentar alguns sintomas desagradáveis, tais como: dor de cabeça, tonteira, irritabilidade, agressividade, alteração do sono, dificuldade de concentração, tosse, indisposição gástrica e outros. Esses sintomas caracterizam a síndrome de abstinência da nicotina, porém, não acontecem com todos os fumantes que param de fumar. Quando acontecem, tendem a desaparecer em uma a duas semanas (alguns casos podem chegar a 4 semanas).

Alguns dos sintomas, como dor de cabeça, tonteira e tosse são sinais do restabelecimento do organismo sem as 7.000 substâncias da fumaça do cigarro. O sintoma mais intenso, e mais difícil de se lidar é a chamada “fissura” (grande vontade em fumar). É importante saber que a “fissura” geralmente não dura mais que 5 minutos, e tende a ficar mais tempo que os outros sintomas. Porém, ela vai reduzindo gradativamente a sua intensidade e aumentando o intervalo entre um episódio e outro.

 

TRATAMENTO

 

 

  • Defina um dia para parar de fumar. Decida o dia em que você cessará o hábito para sempre. Anote e se planeje. Ou diminua seus cigarros. Maneiras de cortar gradualmente incluem: planejar quantos cigarros você fuma por dia até a data em que irá parar, diminuindo o número de cigarros fumados a cada dia; mude de marca para que você não goste de fumar tanto; dê seus cigarros para outra pessoa para que peça a ela toda a vez que quiser fumar.

 

  • Pare de fumar de forma abrupta. Muitos fumantes acham que a única maneira de realmente parar de uma vez por todas é parar abruptamente, sem tentar diminuir lentamente. Encontre o método que funcione melhor para você: parar gradualmente ou lentamente. Se uma maneira não funcionar, faça o outro.

 

  • Saiba o que provoca seu desejo por um cigarro, como o estresse, o fim de uma refeição, a chegada no local de trabalho, entrando em um bar etc. Evite esses gatilhos ou, se possível, planeje alternativas de lidar com os gatilhos.

 

 

  • Fale com seu médico sobre parar de fumar. Está provado que o apoio e orientação de um especialista aumentam as chances de sucesso na cessação do tabagismo.

 

  • Comece um programa de exercícios. A atividade física é incompatível com o tabagismo. O exercício alivia o estresse e ajuda o corpo a recuperar os danos de anos causados pelo cigarro. Se necessário, comece devagar com uma curta caminhada uma vez ou duas vezes por dia. Faça 30 a 40 minutos de atividade física, 3 ou 4 vezes por semana.

 

  • Se a fome aumentar, não se assuste, é normal um ganho de peso, pois seu paladar vai melhorando e o metabolismo se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que de costume. Evite doces e alimentos gordurosos. Mantenha uma dieta equilibrada com alimentos naturais e de baixa caloria, frutas, verduras, legumes etc.

 

 

CUIDADO COM AS ARMADILHAS

 

  • Nos momentos de estresse procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas.

 

  • Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado – converse com um amigo, faça algo diferente que distraia sua atenção.

 

  • Se caso houver recaída após parar de fumar, não encare como fracasso. Comece tudo novamente e procure ficar mais atento ao que fez você voltar a fumar. Dê várias chances a você… até conseguir.

 

SE VOCÊ PARAR DE FUMAR AGORA…